Pular para o conteúdo principal

Configurações de cookies

Usamos cookies para garantir as funcionalidades básicas do site e melhorar a sua experiência on-line. Você pode configurar e aceitar o uso dos cookies e modificar suas opções de consentimento, a qualquer momento.

Essencial

Preferências

Análises e estatísticas

Marketing

Artigo

E como estamos falando de "regra do jogo", depois que considerei o comunismo como uma tendência e realidade "intersticiais", talvez seja necessário dizer algumas palavras sobre este futuro distante, que talvez nunca se realize, mas que aparece como um "vazio" na nossa sociedade. Geralmente a questão permanece limitada a algumas fórmulas idealistas, como aquelas de Marx sobre o "reino da liberdade" que sucederia ao "reino da necessidade" (!), sobre o "livre desenvolvimento dos indivíduos" ou de sua "livre associação". Admito que o comunismo seja o advento do indivíduo finalmente libertado da carga ideológica e ética que faz dele "uma pessoa". Mas não estou tão seguro de que Marx entendesse assim essa questão, como o atesta a constante vinculação que ele estabelece entre o livre desenvolvimento do indivíduo e a "transparência" das relações sociais finalmente livres da opacidade do fetichismo. Não é por acaso que o comunismo aparece como o contrário do fetichismo, o contrário de todas as formas reais nas quais aparece o fetichismo: na figura do comunismo como o inverso do fetichismo, o que aparece é a livre atividade do indivíduo, o fim da sua "alienação", de todas as formas da sua alienação: o fim do Estado, o fim da ideologia, o fim da própria política. No limite, uma sociedade de indivíduos sem relações sociais.

0 comentários

Carregando comentários ...

Confirmar

É necessário fazer login

Senha muito curta.